Hogwarts Is Alive!
I.
II.
III.
IV.
V.
“A indiferença e o abandono muitas vezes causam mais danos do que a aversão direta.” Alvo Dumbledore Uma noite qualquer num bairro qualquer de Londres Já passava das três horas da manhã, e Ernest era incapaz de conter sua natureza coscuvilheira. Afundado em sua decrépita poltrona que um dia, há muitos e muitos anos, pertencera a um famoso mago (ao menos era o que o velho do antiquário lhe dissera ao vender a relíquia, embora houvesse tamanha chance de se tratar de uma deslavada mentira), o historiador mágico deleitava-se em seu fedorento charuto, ao passo que sua mão esquerda segurava diante do rosto manchado pelo sol um exemplar de um livro quase inexistente. Ernest, um verdadeiro curioso exagerado, que exibia essa característica sob o título de “pesquisador das desventuras bruxas”, fora até o fim do mundo (quase literalmente) para adquirir o exemplar. Seus olhos castanhos e nebulosos voltaram às páginas manchadas, e puseram-se a correr de um lado ao outro as linhas miúdas: “Anna Báthory bem sabia que sua gravidez não era legítima e sentia em seu âmago que, tampouco, era bem quista por seu esposo. Ele, que zelava pela honra e aparência daquela família, admitira que a prole bastarda viesse a nascer dentro de seus domínios, ali fosse criada e levasse seu sobrenome. Entretanto, não receberia quaisquer regalias se aquilo dependesse do barão. Nascera então, em Nyírbátor no dia 7 de agosto de 1560 aquela que viria a ser a protagonistas destes casos que serão aqui relatados.” dizia a biografia contada por um homem alheio àquela realidade e distante de qualquer relato verídico. “Chamaram-na Elizabeth Báthory, em livre tradução de seu nome. Ignorada pelo padrasto por não pertencer a seu sangue, desprezada pela mãe por ser a viva prova de um erro por ela cometido, Elizabeth fora postas aos cuidados da criadagem, sem qualquer sinal de afeto em seus primeiros momentos em vida”. Uma terrível tosse acometera Ernest, que derrubara o livro no chão tamanho chacoalhão levara de seus próprios pulmões. Que caísse o livro, mas não seu cachimbo. Limpou os lábios com um lenço que guardava no bolso esquerdo da camisa, jogou-o sobre a mesa de centro e recolheu o livro no instante seguinte. Abriu-o novamente na página em que estava antes e voltou a ler. “Talvez tenha sido a ausência dos mais belos sentimentos, ou devo dizer ainda, a presença de tamanho descaso e maus tratos que fizera florescer dentro de Elizabeth a natureza cruel de que temos conhecimento através de lendas e histórias. A verdade, contarei a vós, leitores, a verdade vai além das lendas.”. “De acordo com o historiador mágico György Majorova, que realizara inúmeras pesquisas e estudos acerca daquela que muitos conhecem por Condessa Sangrenta, Elizabeth Báthory nascera com sangue mágico. E, se não bastasse isso, sua principal criada era uma bruxa, assim como ela. No entanto, tamanha era a perseguição religiosa naquele tempo, pouquíssimas são as evidências de que ambas praticavam, de fato, a magia ou possuíam sangue mágico.”. O que nem Ernest, nem György Majorova, nem mesmo o escritor deste livro quase inexistentes sabiam e sequer viriam a saber, é que tantas evidências assim desapareceram graças às artimanhas de Elizabeth Báthory. Sob os paupérrimos cuidados de sua ama, Elizabeth aprendera o básico da magia. Mas não estava satisfeita. Sabia que por trás de tantas vãs práticas, haveria algo mais profundo e poderoso. Ainda muito pequena, ela desenvolvera crescente gosto por práticas ímpares de torturar- primeiro seus pobres empregados, entregadores, mensageiros- até, finalmente, aqueles que desconfiassem de sua natureza mágica. O motivo? Vingança. Uma vingança fria que não tinha destinatário específico, uma vingança por todo o descaso com o qual ela era tratada. Uma vingança que, fora percebendo, lhe causava algo que ela nunca antes encontrara em nenhuma outra coisa: prazer. Era incrivelmente jovem quando fizera sua primeira vítima fatal. Fora uma jovem costureira que, curiosa em demasia, não cessava os questionamentos. Não descreverei as vias do obscuro crime. Mas se algo deve ser dito, é que ao deparar-se com todo aquele sangue escorrendo do desfalecido corpo pálido, Elizabeth sentiu novamente aquela estranha sensação: prazer. Sendo assim, deve ficar claro que diante de tal sentimento, a Condessa Sangrenta jamais parou. Passou a unir magia e sangue, na busca de algo que se tornara vital a ela: poder. Tornara-se então a mais aplicada das bruxas: aprendera magias incontáveis, criara poções com elementos que, até então, desconheciam-se as propriedades. Acresce-se, no entanto, que dentre todo o legado deixado por Elizabeth Báthory para a evolução da magia, nada seria útil para bruxos de bem. Para aqueles que desejassem se embriagar da escuridão, todavia, era um prato cheio. Se você acredita que, deste ponto, as coisas não podem ficar piores para aqueles que cercam a peculiar condessa, lamento. Elas ficarão. E, se quer mesmo saber, já nos advertiu Fernando Pessoa: “Esperar pelo melhor é preparar‑se para perder: eis a regra.”. Talvez você deva levar isto consigo, de agora em diante. Voltemos à nossa enfadonha história. Gostaria de informar-lhe o dia exato, a hora certa, as condições climáticas em que aquelas três figuras sombrias encontraram-se e firmaram aliança. No entanto, não sei. Mas quando Elizabeth encontrou-se com Carmilla e Eren Von Stoker, um vil triângulo formou-se. Bruxos cuja ambição assemelhava-se à de Elizabeth, uniram-se a ela em sua busca por grandiosidade. A condessa, que já não via limites para suas proezas, tinha um novo objetivo: tornar-se ia imortal, para sempre jovem, bela como era, e venceria a morte. Os Von Stoker, vendo nisso a oportunidade de usufruírem de tal magia, juraram-lhe fidelidade e tornaram-se seus mais fieis seguidores. Mentes engenhosas e sagazes unidas com um obscuro propósito certamente obtiveram inspirações de demoníacas musas. Não tardou para que, impiedosamente, unissem o sangue de virgens bruxas com o prateado icor de inocentes unicórnios num ritual negro que tivera como frutos aquilo que Elizabeth, Carmilla e Eren cobiçavam. Finalmente, fora concebido o elixir que daria a seus criadores a beleza, juventude e vida eterna. Nascera numa noite rara; uma noite na qual a lua cheia no céu era tingida de vermelho. Tratava-se de uma lua de sangue. Viera com o elixir um aumento exponencial das peculiares características da Condessa e dos Von Stoker: egocentrismo, ganância, frieza e inclemência. Tornou-se inimaginável o número de vítimas de tais bruxos, mas eram dois trouxas em particular que Elizabeth Báthory desejava punir por tamanho descaso que apresentaram para com ela, ainda em sua infância: Anna Báthory e seu esposo, o Barão. Não fora difícil, tampouco demorou a acontecer. Não tivera a companhia de seus dois fiéis seguidores. Estava só, ao lado apenas de todo o rancor que guardava em si, disposta a se vingar, finalmente. Bastou que o sangue de ambos escorresse por suas alvas mãos para que Elizabeth se sentisse satisfeita. Foi sob os olhares opacos e sem vida de sua mãe e seu padrasto que ela atravessou, pela última vez, o castelo em que vivera suas primeiras e inesquecíveis sessões de nefastas experiências. Devo talvez mencionar que, detrás das incontáveis portas exuberantes e cortinas de denso tecido, os olhos da criada que lhe criara, observavam a condessa bruxa deixando o castelo. Devo ainda mencionar que, a protagonista destas desventuras usava em suas mãos peculiar luva sangrenta. A criada soube que fora ela que matara Anna e seu marido. Acontece que, sendo o barão uma importante figura da sociedade da época, o assombroso assassinato estava sendo investigado. Desejando findar as atrocidades de Elizabeth, a criada denunciou-a. Foi assim que Eren, Carmilla e Elizabeth tornaram-se foragidos. Poderia facilmente enfrentar toda a guarda do barão, mas decidiram ir embora. No entanto, tornou-se cada vez mais difícil manter em si a força mágica do elixir. Não havia tantos unicórnios quanto necessário. Seus corpos- o de Elizabeth mais que os outros- estavam consumindo a magia rapidamente. Eren encontrou numa poção a derradeira saída: dormiriam até a próxima lua de sangue. E assim foi feito. Pobre Ernest... Sonhava em ser um grande historiador mágico e naquela noite em Londres, estudava tudo sobre o objeto de sua pesquisa. Estava de malas prontas para viajar. Procuraria pelo território húngaro por evidências de que a Condessa Sangrenta possuíra, de fato, sangue mágico. O que ele não esperava, é que encontraria três corpos intactos, magicamente conservados. Tampouco esperava que os encontraria justamente na fatídica noite da lua escarlate. Pobre Ernest. Era melhor ter morrido graças ao consumo de seu velho cachimbo.
ambientación
Él no es perfecto. Tu tampoco lo eres. Y ustedes dos nunca serán perfectos. Pero si él puede hacerte reír al menos una vez, te hará pensar dos veces, y si él admite ser humano y cometer errores, no lo dejes ir y dale lo mejor de ti. Él no va a recitarte poesía, él no está pensando en ti en todo momento, pero te dará una parte de el que sabe que podrías romper. No lo lastimes, no lo cambies, y no esperes de él más de lo que puede darte. No analices. Sonríe cuando te haga feliz, grita cuando te haga enojar, y extrañalo cuando no esté. Ama con todo tu ser cuando recibas su amor. Porque no existen los chicos perfectos, pero siempre habrá un chico que es perfecto para ti.
Tramas y Clases
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Gryffindor

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J. GryffindorPr. Apellido
J. HufflepuffPr. Apellido
J. RavenclawPr. Apellido
J. SlytherinPr. Apellido
gry vs huff

dia - hora

rav vs sly

dia - hora

gry vs rav

dia - hora

huff vs sly

dia - hora

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Hotel One Leicester Street

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Hotel One Leicester Street

Mensagem por Storyteller em Qui Dez 04, 2014 1:47 am



Hotel One Leicester Street

Situada em London, esta propriedade é a base perfeita tanto para viagens de negócios como de férias. Há um total de 15 quartos no local. Situado no centro da cidade, o Hotel oferece fácil acesso à cidade e a tudo o que tem para oferecer. Os hóspedes encontrarão inúmeros auto-carros e estações de metro a uma curta distância. Os amantes do golfe terão o prazer de encontrar um campo de golfe nas proximidades.
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Re: Hotel One Leicester Street

Mensagem por Nate D. Lightwood em Sex Jan 16, 2015 8:03 am

Live freedom is not easy, but not to say that the hard is not cool




Meus olhos correram as pessoas no bar, bebiam, conversavam, nem estavam ligando para como seria minha face, sempre era assim até eu subir ao palco, até que pudessem ver meus olhos, meu cabelo ou minhas mãos. Era uma aberração, era contratado para ser isso, não importava se eu cantava uma música boa ou ruim, ninguém nem mesmo escutava, apenas observavam minhas mãos, ou fotografavam. Era a diversão dos normais.
O hotel me contratou para cantar musicas clássicas, realmente não conhecia nenhuma, entretanto – como dito antes - ninguém ligava se eu ia cantar ou coisa do tipo, meu trabalho era subir naquela merda de palco e aparecer, além de mostrar todas minhas deformações físicas e coisas do tipo, eles acham que eu sou o monstro, mas se quer saber, todos humanos são monstros.
A passos vagos subi ao palco de madeira fixo do local, notei uma ridícula placa atrás de mim “sem fotos com fleche”, com toda certeza não colocavam para todos os atores. Com minhas mãos de lagosta segurei o microfone de metal que lembrava daqueles shows antigos, as luz iluminaram apenas a mim, com um sinal do gerente iniciei a musica. - In a land of gods and monsters, I was an Angel, looking to get fucked hard. I formaldehyde on my skin I want to be eternal, show me the smell of death. – Alguns até mesmo filmavam, mesmo que não fosse meu tipo de fama favorita até que gostava.  - You got that medicine I need, motel, sex, sprees. Give to me slowly. – Mesmo que em maioria se divertisse com minha aparência, outros demonstravam ouvir a musica e não serem tão idiotas como quem colocou a placa de sem fleche. - No one's gonna take my soul away, living like Jim Morrison, headed towards a fucked up Holiday, is innocence lost? Innocence lost. – Ao chegar o final da música todos aplaudiram, alguns minha aparência, outros a musica, o que me importava era a fama.
Após receber o cachê, que desta vez foi bem mais alto que as anteriores, sair do hotel voltando para a mansão Lightwood.

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Re: Hotel One Leicester Street

Mensagem por Natalie Lightwood em Sab Jan 17, 2015 8:04 pm




Would you go...

○ Arthas ○ Quarto ○ Agosto ○ Noite ○ Usando: --- ○ Ouvindo: Mirrors - Natalia Kills


Eu tinha um sério problema, não conseguia manter minhas mãos longe de Arthas desde que havia deixado a festa.  Eu até estava tentando, mas uma grande parte de mim só queria mandar todos daquele hotel se ferrarem e agarrar meu marido ali mesmo naquele hall.

Felizmente ou infelizmente eu tinha conseguido manter meus impulsos pra mim, pelo menos até chegarmos ao elevador. Quando as portas se fecharam e eu notei que estávamos a sós, não consegui conter meus impulsos e em poucos segundos minha boca estava sobre a dele.

+18:
- Quando foi que você se tornou tão viciante ? - Perguntei rindo enquanto o beijava com voracidade, minhas mãos enroscada em seu cabelo.

Merda, aquele elevador poderia se abrir a qualquer segundo e outras pessoas aparecerem, mas eu não conseguia resistir. Mordiscando seu lábio inferior abri seu cinto e pisquei para meu primo. Ignorando os alertas do meu cérebro que aquilo era loucura, aproximei meu corpo ao de Arthas e o beijando comecei a acaricia-lo ainda sobre a roupa.

Quando escutei o som que o elevador estava parando rapidamente assumi uma cara séria e tentei o melhor que pude arrumar rapidamente meu cabelo, posicionando meu corpo próximo ao de Arthas e puxei seus braços para que ele me abraçasse. Talvez ninguém notasse o que estava acontecendo antes.

Sorri inocente para o casal de velhinhos que adentraram ao elevador.

- Boa noite - Disse cumprimentando o casal.

- Recém-casados? - Perguntou a velhinha apontando para meu vestido e eu assenti com a cabeça abrindo um sorriso animado - Oh felicidades, vocês formam um casal lindo, não achas querido?

- Sim, uma bela jovem. Você é um rapaz de sorte garoto   - Disse o velhinho gentil sorrindo em direção ao meu marido. - Divirtam-se - Terminou piscando em nossa direção trocando um olhar com a esposa e eu temi que eles tivesse compreendido o que havia acontecido antes, mas mantive minha cara de inocente, tentando disfarçar o rubor que me subia.

Assim que os dois chegaram ao seu andar e saíram respirei aliviada, não que eu não tivesse gostado do casal, mas eu tinha plena certeza que eles tinham notado algo pelo modo que sorriram.

- Por Merlim, que vergonha - Disse escorando-me na parede do elevador esperando chegar ao nosso andar.

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Última edição por Natalie Lightwood em Qua Fev 11, 2015 6:11 pm, editado 2 vez(es)


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Re: Hotel One Leicester Street

Mensagem por Arthas Wrynn Lightwood em Sab Jan 17, 2015 11:56 pm

Algumas partes são pesadas, 18+:

-Viciante? Você não tem moral para me perguntar isso...

Como dois foras da lei, e é isso mesmo que somos, ficamos ali no elevador aos beijos e com algumas carícias nada discretas da minha prima. Foi quando o elevador reduziu sua velocidade, sinceramente, não estava adaptado a essas coisas trouxas, mesmo assim sabia que aquelas malditas portas logo se abririam. Natalie me puxou e eu a abracei, encarando nada feliz um casal de velhinhos que entraram.

-Sorte? - olhei do velho para a minha esposa - É, sorte... - abri um sorriso malicioso.

Quando eles se foram e Natalie ficou envergonhada, senti uma vontade insana de tirar dela todo aquele constrangimento. Trouxe sua cintura pra mim, desci aos beijos pelo seu pescoço e comecei a empurrá-la contra a parede do elevador, esfregando meu quadril contra o da loira.

-Que se danem esses trouxas - murmuro pouco antes de beijar seu decote, que não era nada pequeno, convenhamos - Que se dane esse elevador, eu não aguento mais - me ajoelhei, segurei na borda do vestido dela e simplesmente entrei por debaixo dele. Ali, abaixei um pouco sua calcinha, sem conseguir vê-la realmente por causa da escuridão, segurei em suas pernas e comecei a chupar sua região íntima, mas logo o elevador reduziu novamente a velocidade e precisei me levantar bem rápido - Que inferno! - abracei a cintura da loira e quando as portas se abriram, não havia ninguém, contudo ao fundo um moleque gritou:

-Mãe, pai, o elevador chegou.

-É, mas já vai embora de novo, pirralho.

Bati o lado do punho no botão onde tinha o desenho de portas fechadas e o elevador logo tornou a subir.

-Assim não dá. Tudo conspira contra o nosso prazer. Eu fico com uma raiva... - apertei a bunda dela, tornando a beijá-la com intensidade até que finalmente chegamos no nosso andar. Nesse momento, peguei Natalie em meus braços e a carreguei até o nosso quarto, chutando a porta para abri-la, empurrando de leve com o pé para fechá-la quando já estávamos dentro.

-Bem vinda, lady Lightwood.

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Re: Hotel One Leicester Street

Mensagem por Natalie Lightwood em Dom Jan 18, 2015 12:34 am




Would you go...

○ Arthas ○ Quarto ○ Agosto ○ Noite ○ Usando: --- ○ Ouvindo: Mirrors - Natalia Kills



+18:
Eu sabia que em parte era minha culpa, havia sido eu a começar aquele jogo perigoso, mas eu não esperava que Arthas entraria nele. Quando ele se abaixou e me tomou em sua boca mordi meu lábio inferior com força tentando não gemer muito alto enquanto sua língua fazia miséria com minha mente e mandava meu raciocínio pro espaço.

Eu deveria empurrar a cabeça dele para longe e ser uma boa menina, mas merda, quem eu estava tentando enganar? Eu estava pouco me lixando em ser uma boa menina contanto que ele continuasse a me chupar assim.

Quando ouvi o barulho que o elevador iria abrir novamente senti meu coração bater acelerado e agitado. Claro, porque as coisas estavam boas demais pra ser assim tão fácil. Por sorte Arthas também havia notado e logo se afastou, e eu fiquei ali, respirando ofegante tentando encontrar forças em minhas pernas.

Normalmente eu brigaria com meu marido por ter sido tão grosso com o pobre garotinho, mas naquele momento eu estava me controlando para não mandar o menino ao inferno por ter me atrapalhado no meio de um orgasmo.
 
- Eles chamam de elevador? Tó querendo renomear pra empata-foda - Disse bagunçando meu cabelo um pouco frustrada com toda a situação.  O que uma garota precisava fazer pra ter um maldito orgasmo naquele hotel?

Merda, aquele elevador poderia ir mais rápido, ou deveríamos ter escolhido uns andares mais abaixo, mas na hora só tinha pensado na vista espetacular que teríamos de Londres a noite e não o quão frustrante poderia ser ficar presa dentro de um cubículo com um garoto gostoso sendo interrompida toda hora. Pelo menos os lábios de Arthas eram uma boa distração, mas estava apenas me atiçando mais... O que não ajudava muito.

- Hey, o que você está... - Disse deixando escapar um grito assustada quando Arthas me ergueu no colo, mas logo comecei a rir deliciada.

Não achei que ele seguiria a risca aquela parte da tradição. Verdade seja dita que não éramos muito tradicionais. Quando finalmente chegamos ao quarto abri um sorriso enorme.

- Posso ser honesta? - Perguntei mordendo meu lábio inferior - Não vamos dormir essa noite. Na verdade acho que vou te beijar do fio do cabelo até o dedão do pé... Tá isso foi meio estranho de dizer. - Disse aproximando de meu marido e o beijando sensualmente - Mas antes... Tem algo que eu quero fazer. - Disse animada puxando Arthas e subindo em cima da cama.

Ele me olhou confuso por alguns segundos, como se perguntando o que eu pretendia.

- Sempre quis testar a mola dessas camas dos hotéis   - Disse animada começando a pular sobre a mesma e então rindo fiz Arthas subir na cama comigo e voltei a pular.

Ele deveria estar me achando uma louca, mas hey... Aquele era um sonho de infância.

- Pule também - Disse rindo. Ele ficou sério por alguns segundos depois começou a pular na cama comigo - Sabe as pessoas devem estar ouvindo esse som agora e pensando "Por Merlim, esse casal vai destruir a cama.", já os tarados devem estar pensando "Queria ir dar uma olhadinha... Ela era gostosa. Ele era um gato"... E eles não sabem de nada, porque não estamos fazendo nada... - Disse rindo e então puxei Arthas e cai sobre ele na cama - Ainda. - Terminei maliciosa começando a beijá-lo sensualmente, minhas mãos seguiram um caminho próprio e em poucos segundos eu segurava o membro de meu primo fazendo movimentos ora rápidos ora mais devagar.  

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Re: Hotel One Leicester Street

Mensagem por Arthas Wrynn Lightwood em Dom Jan 18, 2015 1:30 am

Algumas partes são pesadas, 18+:


Não acredito nisso. Natalie tava pulando feito uma garotinha na cama, exceto que uma garotinha não conseguia fazer isso de maneira tão sensual, mas deixa isso pra lá. Fiquei sério, encarando aquilo como se fosse algo realmente estúpido, até que ela me fez entrar no jogo e lá estávamos nós, pulando como dois retardados sobre a cama. Esqueci o quão patético aquele ato era conforme a loira foi me envolvendo com o seu jeito de menina, mas subitamente aflorou a mulher que havia ali

De repente pulava, no momento seguinte Natalie estava sobre mim, beijando minha boca e mexendo no meu membro. Incrível a saudade que estava sentindo da sua mão ali, naquela parte, com seu jeito de me tocar. Abri o fecho do seu vestido e puxei para baixo, até revelar a parte de cima da sua lingerie vermelha.

-Não vou rasgar esse vestido por uma única razão - coloquei minha prima ao lado na cama e tirei completamente o vestido de noiva, que caiu ao lado do móvel - Foi com ele que você se tornou minha esposa.

Agarrei em seu corpo e tornei a deixá-la por cima. Abracei suas costas, unindo nossos lábios outra vez, enquanto seus cabelos loiros caíam sobre mim e minhas mãos navegavam pela parte de baixo da lingerie vermelha, invadindo cuidadosamente por baixo, tocando bem diretamente a sua bunda que apertei sem pudor algum.

-Essa droga de gravata está me apertando...

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Re: Hotel One Leicester Street

Mensagem por Natalie Lightwood em Dom Jan 18, 2015 2:34 am




Would you go...

○ Arthas ○ Quarto ○ Agosto ○ Noite ○ Usando: --- ○ Ouvindo: Touch and Go



+18:
Abri um sorriso de lado deixando que Arthas retirasse meu vestido e, para ser honesta, eu também odiaria rasga-lo. Iria guardar como recordação...Então sempre que olhasse pra ele iria me lembrar daquele dia. Era uma promessa.

Sabia que a lingerie vermelha havia sido uma boa escolha quando notei o olhar de Arthas. Certo que noivas se casavam com lingerie brancas, mas eu não me importava com aquela tradição em específico... Se para pedi-lo em casamento eu havia tentando ser um anjo, para o casamento eu tinha escolhido o outro lado da minha personalidade.

- Deixe-me ajudá-lo com isso - Disse inclinando meu corpo sobre o dele e retirando sua gravata. Aproveitei a oportunidade para abrir sua camisa e depositar suaves beijos sobre seu tórax, minha língua criando contornos irregulares sobre sua pele, mordendo o de leve em alguns pontos.

Deslizei meu corpo suavemente para cima e capturei os lábios de Arthas, beijando o sensualmente, minha língua brincando em sua boca, sem pode resistir chupei sua língua bem lentamente. Sentei-me sobre seu colo e segurei sua mão esquerda e dando um sorriso malicioso comecei a brincar com minha língua no seu dedo do meio e depois sugá-lo bem lentamente olhando-o de modo sugestivo. Fiz isso com todos os seus dedos e coloquei sua mão sobre meu seio.
 
- Diga-me... O quanto de provação pode aguentar? - Perguntei mordendo meu lábio inferior e erguendo uma sobrancelha de modo sugestivo. - Vamos jogar um pequeno jogo - Disse sugando seu lábio delicadamente.

Pisquei para Arthas e sai da cama vestindo um robe que encontrei ali perto.

- Espere alguns segundos... Juro que não vai se arrepender - Disse com um sorriso enigmático.

Segui rapidamente ao banheiro e sorri ao notar que tinham ouvido meu pedido e minha roupa estava pendurada num cabide. Abri o zíper e ri deliciada quando pensei que eu realmente faria aquilo. Demorei apenas alguns poucos minutos para vestir a lingerie e colocar o vestido preto, escondendo assim o conjunto por baixo.

Caminhei em direção a porta do banheiro e notei que Arthas estava bebendo algo no bar, talvez se questionando sobre o que eu aprontaria. Aproveitei sua distração para apagar as luzes principais deixando apenas algumas poucas acesas, o suficiente para mostrar e ao mesmo tempo esconder, criando um jogo de sombras.

Com alguns poucos movimentos da minha varinha fiz com que a cadeira do bar movesse para frente.

- Sente-se. - Ordenei sensualmente e ao mesmo tempo autoritária. Arthas parecia meio confuso, mas mesmo assim acatou as ordens.

Agitei a varinha suavemente e sorri com o ritmo da música suave e sensual que começou a tocar. Eu simplesmente amava aquela música, por mais pervertida que ela fosse. Caminhei até Arthas de modo sensual e arrastei uma das cadeiras próximas comigo e a colocando de frente para meu marido, sentei cruzando minhas pernas e assim mostrando a meia arrastão.

Deixei meu corpo deslizar para frente e com delicadeza retirei meus saltos, depois estiquei minha perna esquerda até que meu pé estivesse entre suas calças e inclinando meu corpo para descer a meia enquanto massageava seu membro. Retirei a meia lentamente e depois fiz o mesmo com a outra perna.

Sai da minha cadeira, ajoelhei-me a sua frente abrindo as pernas de Arthas e ficando entre elas. Brinquei com seus lábios, apenas roçando os meus sem realmente beijá-lo. Aproveitei a chance para prender o pulso de meu primo contra a cadeira usando o presente de Caity

- Não queremos estragar o show, certo? - Perguntei maliciosa, depositei um breve rapidamente contra seus lábios e afastei-me. Ainda próxima a Arthas usei minhas mãos para acariciar meu corpo, dando uma atenção especial aos meus seios e subindo baguncei meu cabelo, depois mordi meu lábio inferior.

Sentei-me sobre seu colo e rebolei contra seu colo enquanto colocava minhas mãos para frente lhe dando uma visão melhor da minha bunda enquanto eu deslizava meu corpo para longe dele. Rolei no chão e o encarei ainda deitada no carpete, suavemente ergui minhas pernas e dei um tapa de leve sobre minha bunda.

Ajoelhei-me e engatinhei em sua direção como uma gatinha entrando entre suas pernas e brinquei com minha língua sobre sua pele. Piscando em sua direção afastei-me.

Virei a cadeira de Arthas na posição oposta e sentei-me sobre o bar cruzando minhas pernas puxei a fenda de meu vestido a tornando maior, terminei de rasgar o vestido exibindo minha lingerie. Subi no balcão do bar, ajoelhei-me e joguei meu corpo para trás, usando uma mão de apoio e a outra para acariciar meu corpo. Deslizei meu corpo pelo balcão e depois usei minhas pernas como apoio para arqueá-lo como um arco enquanto acariciava meu corpo. Usando meus cotovelos como apoio voltei a me sentar sobre meus joelhos e abrindo minhas pernas lentamente, deslizei minhas mãos sobre meus seios até meu centro.

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Re: Hotel One Leicester Street

Mensagem por Benjamin V. Löhnhoff em Dom Jan 18, 2015 5:15 am

Era apenas mais um comercial que, como sempre, exigia que eu dormisse mais cedo que o natural na noite anterior, o que era bem difícil de fazer quando se era jovem, mas eu tinha um ótimo amigo, Thomas, que me chutou assim que ficou muito tarde de uma festa para a qual tínhamos ido durante aquela noite, o local estava cheio de mulheres gostosas, o que foi um teste de resistência. E as horas de sono foram bem serenas e até sem sonhos, para a alegria de meus contratantes. Acordei logo cedo e me vesti, além de por um dos perfumes que mais apreciava, antes de sair do quarto para pegar o carro que a empresa trouxa tinha contratado para me buscar. Entrei no carro e segui para o local da gravação do comercial, não muito ciente de como seria feita a cena em si, só que era de um daqueles desodorantes corporais bem famosos, não lembrava a marca e já sabia que não teria que falar uma palavra se quer, pois eles iam por o slogan padrão.

Assim que entrei no set de gravação, fui guiado por uma equipe de maquiagem e produção para onde seria meu camarim. Ergui as sobrancelhas ao ouvir uma ordem pra tirar a calça, aquilo me deixou incomodado, não por ter vergonha ou algo assim, mas por não entender o que pretendiam com aquilo. - Mas por quê? - Perguntei, enquanto ia soltando o cinto e liberando o botão da calça. Tirei os sapatos e a calça, ficando apenas de cueca box, antes de me jogarem uma sunga e uma camiseta, nada de bermuda, o que me deixou meio chateado, pois não costumava usar apenas a sunga. - Só isso mesmo? - Perguntei e eles disseram que sim, indicando-me a porta do banheiro. Por um minuto, me repreendi por não ter chamado alguma das garotas que tinham me dado seus telefones viesse comigo, mas deixei o pensamento de lado para cumprir com a minha obrigação.

Terminei de me trocar e sai do banheiro arrumando a parte de baixo da sunga, para que ela não apertasse tanto as minhas coxas. Arrumei a camiseta que deixava meus bíceps à mostra. Ao voltar, me deparei com uma daquelas loiras cheias de curvas e seios fartos, o esteriótipo mais vendido no mundo, claro. Não gostei muito dos olhares dela em minha direção, mas mantive a naturalidade do meu andar e gestos. - Prazer, Benjamin. - Me apresentei e acenei com a cabeça, o que a fez se apresentar como Kelly. Não demorou muito para que a equipe voltasse a nos passar instruções. Instruções essas que tornaram meu incomodo maior, aposto que se uma das garotas estivesse por ali, ia estar um pouco irritada com aquela história da loira me alisando. E assim seguimos para o set, com uma larga tarja verde atrás de nós e algumas pedras no chão, rodeadas de areia, simulando uma praia.

Nós devíamos fazer aquela tomada juntos e depois seria feito separadamente, naquele momento estávamos nos encontrando na praia. Fiz tal qual tinha no script, andei de rosto voltado para o chão, enquanto caminhava, e levantei o rosto, bem a tempo de ver a tal loira surgindo do que seria o meu horizonte, tentei imaginar que ali se encontrava a mulher que eu amo e não uma desconhecida, e dei um sorriso radiante, como se o reencontro tivesse demorado mais do que era preciso. Abracei-a e acariciei sua face, tal qual era dito no que me foi passado, e ouvi o anúncio de corte, ficando mais relaxado. Soltei a moça e esperei as próximas instruções. Assim repetimos a cena mais três vezes, enquanto eu buscava usar a minha mente para me adaptar ao que era pedido. Em seguinte, veio a cena sozinho, no que parecia ser meu quarto, onde saía do que seria o banheiro apenas com uma toalha amarrada na cintura, cobrindo a sunga, e sem blusa e usando outra toalha para secar o cabelo - o qual eles molharam apenas para a cena. E então o fiz, sai do banheiro, enxugando os cabelos e peguei o desodorante, deixando a logo virada para a câmera, enquanto apertava-o e despejava parte dele em meu corpo, até que ele tinha um bom cheiro.

Tive que repetir a cena mais duas vezes, sempre parando para arrumar um detalhe ou outro. E lá se foi metade do meu dia só nessa gravação. Após isso, pediram para que pousássemos para fotos, onde ela meio que se insinuava para mim ao passar o spray em mim. Estava exausto quando o ensaio terminou, voltei a vestir a minha roupa, calça jeans de linho, camisa social branca e sapatos bem lustrosos pretos. Arrumei meu cabelo, agora molhado, e fiz menção de seguir meu caminho, quando a loira apareceu diante de mim, depositando um cartão em meu bolso e sussurrando algo sobre querer me ver fora dali. - Senhorita, melhor não, tenho uma namorada ciumenta demais. - Menti e ergui a mão com um anel de prata no dedo anelar, que usava justamente pra afastar as mulheres que não curtia, para que ela visse a mesma. - Então, nada de números. - Finalizei e lhe devolvi o cartão. Voltei ao carro fretado e segui para casa, dando amém por voltar ao único local onde encontrava paz. Saio dali.



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Re: Hotel One Leicester Street

Mensagem por Arthas Wrynn Lightwood em Dom Jan 18, 2015 3:51 pm

Algumas partes são pesadas, 18+:


-O quanto de provação pode aguentar? - perguntou Natalie e mal sabia ela que eu não me esqueceria tão cedo disso.

A mulher me deixou esperando, algo que afetou principalmente a minha curiosidade, mas enquanto estava ela no banheiro, fui até o bar, onde tomei um pouco de algo chamado O Segredo de Avery, um drink que levava romã, dentre outros componentes. "Mas que droga é esta que estou bebendo? Que sensação esquisita"

-Hum? - tirei a taça dos lábios assim que as luzes foram apagadas e cerrei olhar que percorreu em volta.

Deixei de lado a taça e ao ouvir a voz sensual, ainda que autoritária da mulher, me sentei na cadeira e procurei manter meus olhos nela o máximo possível, algo não muito fácil devido as sombras. Mas percebi quando arrastou a cadeira até minha frente, sentou-se e meus olhos logo notaram uma mudança no visual da loira, a começar por suas pernas. Natalie causava em mim uma sensação de ansiedade, nunca conseguia prever seus movimentos, que tendiam a me tirar do sério. A música colaborou como tudo ali e ouvindo-a, não conseguia tirar os olhos da mulher nem por um mísero segundo que fosse.

Apertei minhas mãos nas próprias pernas quando pé após pé da loira massageou meu membro. De repente ela estava entre minhas pernas, instigando-me com um roçar de lábios que me distraiu o bastante para permitir que meu pulso fosse preso a cadeira através da maldita algema de Caity. Fiquei realmente excitado ao ver aquela mulher se tocar assim, sem a menor consideração com o meu estado, pelo contrário, é realmente isso que ela tanto queria. Meu membro ficou desesperado ao sentir a bunda de Natalie se esfregando no mais safado rebolado, estava implorando pela deixa das vestes que o impediam de senti-la mais diretamente.

-Cara... - murmuro, vendo a bunda dela em ângulo bem favorável.

Um arrepio percorreu todo o meu corpo, deixando-me eriçado ao toque de língua daquela que agora realmente lembrava uma gatinha manhosa. Fiquei com as pernas abertas do modo como Natalie havia me deixado e assisti com prazer, entenda aqui, prazer, toda aquele espetáculo de mulher. Puxei a algema, mas estava muito bem presa no meu pulso e na cadeira.

-Droga... - murmuro, olhando novamente pro balcão - Natalie... - cerrei o olhar, usando a mão livre para tirar pra fora o membro já bem duro, que passei a esfregar bem devagar. Ela se tocava. Eu também faria o mesmo, demonstrando toda a vontade de devorá-la.

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Re: Hotel One Leicester Street

Mensagem por Natalie Lightwood em Dom Jan 18, 2015 4:26 pm




Would you go...

○ Arthas ○ Quarto ○ Agosto ○ Noite ○ Usando: --- ○ Ouvindo: Touch and Go



+18:
Passei a língua sobre meus lábios observando Arthas se tocando, minha boca quase salivando de desejo de me unir ao ato e ajudá-lo a chegar ao seu ápice. Por alguns segundos me questionei se deveria ir até ele ou apenas provocá-lo.

De repente eu notei que descido do balcão e caminhava em direção ao meu primo, ao que tudo indicava meu corpo havia decidido por mim. Abri um sorriso malicioso e ajoelhando-me a sua frente passei minha língua sobre o topo, sorvendo um pouco de meu primo.

- Você tem um gosto agridoce... - Disse inclinando meu corpo sobre o dele, apoiando minhas mãos em suas coxas e usando minha língua para percorrer todo o cumprimento - Eu gosto - Terminei com um sorriso malicioso.

Inclinei minha cabeça para frente o coloquei em minha boca, usando minhas mãos para massagear a base, minha língua brincando com seu membro, sem pode resistir chupei-o bem lentamente. Relaxei a garganta para que ele fosse mais fundo e aumentei a velocidade afastando-me depois com um "pop". Ergui uma sobrancelha e um rápido movimento puxei suas calças para baixo e comecei a mordiscar sua coxa de leve enquanto minha mão continuava com movimentos ritmados sobre seu membro.
 
- Talvez podemos melhorar isso não? - Perguntei mordendo meu lábio inferior e erguendo uma sobrancelha de modo sugestivo.

Fiquei de pé ainda entre as pernas de Arthas e levei minha mão até o meio do corpete que usava e comecei a desamarrar a corda vermelha que havia a frente liberando meus seios, deslizei minhas alças e inclinando-me para frente o beijei sensualmente.

- Eu gosto de seus lábios - Disse sugando seu lábio delicadamente.- Eles tem um gosto bom... Mas não é o único gosto seu que eu gosto de provar - Disse com um sorriso enigmático e ajoelhando-me entre suas pernas coloquei seu membro no vale entre meus seios, cruzei meus braços a minha frente para tornar mais apertado e iniciei os movimentos de vai e vem, minha língua brincando com sua ponta e hora o sugando bem calmamente como se tivesse todo tempo do mundo.

- Goze pra mim. - Ordenei sensualmente.

Quando Arthas finalmente veio o suguei até a última gota e piscando em sua direção enquanto limpava meus lábios com minha língua.

- Agridoce, como eu tinha dito - Disse maliciosa erguendo meu corpo e inclinando-me para beijá-lo.- Como você foi um bom menino, vou libertá-lo - Disse piscando em sua direção, caminhei até a mesa e peguei a chave, depois me ajoelhei a sua frente a abri as algemas.

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Última edição por Natalie Lightwood em Qua Fev 11, 2015 6:13 pm, editado 2 vez(es)


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Re: Hotel One Leicester Street

Mensagem por Arthas Wrynn Lightwood em Dom Jan 18, 2015 5:32 pm

Algumas partes são pesadas, 18+:


Tombei a cabeça pra trás em alguns momentos quando minha esposa começou a me chupar descaradamente. Teve um momento que o senti ser engolido totalmente, foi quando deixei escapar um gemido baixo e grave acompanhado do mais sacana arfar. Ela não me deu tempo pra descansar, aliás, não me deu tempo pra nada, tanto que a respiração saía entrecortada em vários momentos.

Retribuí seu beijo e por mais vontade que tivesse de tocar seus seios com a única mão livre, resisti, já com algo em mente. Mas aí, quando pensei que não poderia piorar, tenho o membro entre os seios dela e um vai e vem capaz de me excitar a níveis estrondosos.

-Ei, pare! Droga, assim não vou conseguir me contr... controlar! - fechei os olhos e apertando com força as mãos, gozei deliciosamente - OOOOOH! PUTA QUE PARIU! AH, CARALHO! - respirei fundo, meneando a cabeça e puxando com força a algema várias vezes.

Retribuí o beijo de Natalie, sentindo o corpo adormecer por alguns instantes até finalmente ser... Libertado...

Levantei, agarrei a loira pelos braços e a coloquei debruçada sobre o balcão. Atrás dela, dei uma boa olhada no quão exposta estava sua bunda com a parte debaixo da lingerie que cobria tão pouco e ao constatar, sorri, um sorriso vingativo. Ergui a mão esquerda para trás, enquanto com a direita empurrava firme suas costas e não permitia que ela sequer desencostasse do balcão, então acertei um tapa em sua nádega na medida certa para causar ardência.

-Você foi muito má comigo, Natalie - revezei as mãos e com a direita acertei outro tapa em sua bunda - Me prendeu na cadeira. Se tocou enquanto eu só poderia te olhar com desejo. Me fez gozar como um louco sem direito a qualquer mínima pausa... - segurei em seus braços e a puxei até que seu corpo se chocasse ao meu, podendo sentir suas costas e sua bunda quente - Você não tem ideia de como me deixou, mas eu vou te mostrar - deslizei as mãos até seu centro e comecei a estimulá-la. Ao mesmo tempo que fazia isso, mordia com um pouco de força o seu pescoço, deixando marcas que não sumiriam tão cedo - Próximo jogo... Vou estimular você e a cada vez que gemer, te darei isso - outro tapa em sua bunda, seguido de um aperto. Meus dedos passaram a esfregar suavemente os lábios do íntimo da loira, a outra mão aguardava ansiosa e com a boca mordia seus ombros, chupava e percorria sem pudor à língua.
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Re: Hotel One Leicester Street

Mensagem por Natalie Lightwood em Dom Jan 18, 2015 6:08 pm




Would you go...

○ Arthas ○ Quarto ○ Agosto ○ Noite ○ Usando: --- ○ Ouvindo: Touch and Go



+18:
Talvez as pessoas tivessem razão quando dizia que eu era uma louca e pervertida, porque em vez de sentir medo com a fúria de Arthas, eu tinha ficado excitada. Rocei minhas pernas uma contra a outra quando senti seu tapa sobre minha bunda que, aliado o frio do balcão, causou-me arrepios e me permiti gemer baixinho.

Eu tinha entendido as regras do jogo e a parte competitiva em mim não queria perder, mas era quase impossível não gemer enquanto meu marido me estimulava. Mordi meus lábios com força tentando não gemer e senti o gosto de sangue em minha língua... Talvez tivesse mordido com mais força que era necessário.

De repente todo meu auto controle foi pro inferno e eu comecei a gemer sem me importar com os tapas, pelo contrário, gemia ainda mais sempre que sentia sua mão contra mim. Merda, eu acabaria sem conseguir me sentar depois se as coisas continuassem naquele ritmo.

Seguindo meus extintos aproximei minha bunda ainda mais contra seu membro e rebolei contra ele.

- Merda Arthas... - Gemi entre excitada e furiosa - Eu... Cretino... Eu não... não vou conseguir sentar amanhã - Disse entre gemidos.


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Última edição por Natalie Lightwood em Qua Fev 11, 2015 6:13 pm, editado 2 vez(es)


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Re: Hotel One Leicester Street

Mensagem por Arthas Wrynn Lightwood em Dom Jan 18, 2015 10:12 pm

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Ela começou resistindo muito bem, só que tive toda a paciência do mundo para esfregar os dedos da maneira mais prazerosa possível. Até que finalmente obtive o que tanto estava esperando, ela gemeu bem mais de uma vez e como prometido, recebeu todos os tapas merecidos na bunda que esquentou, pude sentir.

- Então você é punida e mesmo assim se atreve a rebolar?! - disse desafiadoramente - Vou massagear sua bunda um pouco - sussurrei e esfreguei o membro bem no meio. Aos poucos ele foi sendo tomado pelas nádegas da mulher o suficiente pra massageá-las com a virilha. No ato, também segurei seus seios e apertei de leve os mamilos, até que finalmente parei e dei uma olhada pra baixo - Sua calcinha sumiu - levo a mão até sua intimidade, pegando ali o fio vermelho da lingerie e puxando devagar ali, como também na parte de cima, perto da sua cintura, simplesmente esfregando sua peça íntima da maneira mais safada imaginável - Sua bunda está tão vermelha. Mas parece que não se importa. Olhe só pra você - segurei ao lado de seu rosto e o orientei em direção ao espelho - Esse jogo, eu venci.

Natalie não me deu brechas, então por que eu faria isso? Desci apenas sua calcinha, não me importando de arrebentar qualquer ligação com a meia ou outras partes da lingerie. Com minha prima debruçada sobre o balcão, afastei suas pernas, me encostei no balcão em sentido oposto e chupei seu centro como um louco desesperado incapaz de controlar a língua veloz e macia. Não daria descanso pra ela, foi pensando nisso que quando levantei, segurei seu cabelo e enfiei todo o membro dentro do seu corpo.
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Re: Hotel One Leicester Street

Mensagem por Natalie Lightwood em Ter Jan 20, 2015 9:31 pm




Would you go...

○ Arthas ○ Quarto ○ Agosto ○ Noite ○ Usando: --- ○ Ouvindo: Touch and Go



+18:
Esfreguei uma perna contra a outra procurando encontrar algum pouco de alívio, mas eu sabia que só me aquietaria quando tivesse Arthas dentro de mim e o cretino parecia estar se divertindo em me provocar. Todo meu corpo latejava e eu sentia-me quente, febril... Cacilda, eu provavelmente chegaria ao orgasmo apenas com os tapas de meu primo se as coisas continuassem assim.

Quando ele começou a esfregar-se contra minha bunda, eu mordi minha língua ou acabaria xingando o idiota, pude sentir seus dedos massageando e sem poder resistir acabei gozando ali mesmo. Shit! Tinha sido tão fácil pra ele brincar comigo.  

Encarei minha imagem no espelho e dei um sorriso pervertido de lado, se algum pintor me observasse naquele momento provavelmente consideraria-me a encarnação de Afrodite devido ao meu olhar de luxuria, o sorriso safado e a expressão satisfeita.

- Parabéns Arthas... - Comecei - Estamos um a um agora - Disse entre gemidos.

Infelizmente atingir meu ápice não havia me aliviado, muito pelo contrário, meu corpo já estava se preparando para o próximo. Eu mal tinha acabado de gozar e Arthas já me tinha debruçada sobre o balcão, sua língua dentro de mim, brincando comigo, enlouquecendo-me.

- Oh shit - Disse entre gemidos quando do nada ele puxou meu cabelo e me invadiu com seu membro.

Eu estava tão sensível e tão excitada que ele tinha deslizado facilmente para dentro de mim, e seguindo meus instintos comecei a apertar seu membro dentro de mim, fechando-me o máximo que podia. Era como se meu corpo estivesse se tornando uma luva apertada e perfeitamente ajustada a Arthas... E por Merlim, aquilo era muito bom.

Deixei escapar uma risada um pouco rouca.

- Mais forte Arthas... - Pedi.

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Re: Hotel One Leicester Street

Mensagem por Arthas Wrynn Lightwood em Qua Jan 21, 2015 8:32 pm

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Fazer o que fiz, entrar dentro de Natalie, foi como uma faca de dois gumes. Se por um lado a deixei louca, por outro fui apertado, o membro bem ajustado e agora pressionado, foi difícil não gemer no mesmo instante.

Minha esposa quis mais forte, então logo se ouviram estralares de curtíssimos intervalos pelo quarto. O impacto da minha virilha com a bunda da mulher é que estava causando esses barulhos. Pouco a pouco fui puxando seu cabelo, obrigando seu corpo a arquear-se no intento de esfregar a mão por seus seios, a outra, coitada, desocupada até poucos instantes atrás.

- Está molhada - comento enrouquecido - Posso ir até o fundo sem qualquer problema - não basta falar, é preciso fazer, por isso meti o cacete inteiro dentro do seu centro. Uma vez, duas, três, chegou o momento que eu entrava e saía de limite a limite. Sabe o que é canalhice??? É fazer tudo isso, desejar ter outra mão e na falta desta terceira, usar a que antes esfregava os seios para agora esfregar amorosamente o clitóris da prima má.
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Re: Hotel One Leicester Street

Mensagem por Natalie Lightwood em Qui Jan 22, 2015 8:36 pm




Would you go...

○ Arthas ○ Quarto ○ Agosto ○ Noite ○ Usando: --- ○ Ouvindo: Touch and Go



+18:
O idiota sabia exatamente como me provocar. Os únicos sons que eu conseguia distinguir era os meus gemidos e o som de nossos corpos um contra o outro enquanto ele ia cada vez mais fundo, uma de suas segurando meus cabelos e outra massageando meu clitóris.

O que uma mulher pode fazer nessa situação se não se permitir relaxar e encontrar seu ápice? E o segundo foi ainda melhor que o primeiro. Dois a um, estava na hora de virar o jogo ao meu favor. Usando minha força superior - privilégios de ser meio-veela - afastei-me de Arthas e rapidamente sentei-me sobre o balcão e piscando em sua direção o puxei para mim, beijando-o sensualmente.

- Você tem alguma ideia do que faz comigo? - Perguntei abrindo um sorriso- Acho que você não faz nem ideia - Disse mordendo de leve seu lábio inferior - Talvez eu deva te mostrar - Terminei com um sorriso de lado.

Subi minhas mãos lentamente sobre seus braços, criando padrões sobre sua pele com a ponta de meus dedos, como se tentasse decorar cada centímetro de sua pele.

- Eu gosto dos seus braços. Quando me abraça, eu me acalmo.. Me sinto em paz - Disse abrindo um sorriso de lado. Inclinei meu corpo para frente e mordisquei seu lábio inferior  - Eu gosto de seus lábios. Quando me beija, me aquece, me vicia... E eu fico esperando por mais - Continuei piscando em sua direção e então delicadamente desci minhas mãos até me aproximar de seu membro duro e comecei a massageá-lo. Do nada desci sobre o balcão e comecei a distribuir beijos pelo tórax de Arthas enquanto continuava a tocá-lo - Gosto de te sentir dentro de mim. Gosto de te tocar, de ter entre meus lábios... Eu amo seu sorriso torto, sua covinha, gosto de sua barba mal feita, de seu cabelo bagunçado. Acho que amo cada pequeno pedacinho de você. - Disse com cada palavra pontuada por um beijo ou uma mordida de leve.

Quando cheguei a seu membro não me fiz de rogada e lambi sua cabeça, depois levantei-me e sorri para Arthas.

- Sabe o que eu notei? - Perguntei enquanto envolvia sua mão esquerda a minha e puxando-o em direção a cama - Que dificilmente usamos a cama... Isso não é estranho? - Perguntei rindo fazendo o mesmo se sentar sobre o colchão - Acho que temos que começar a acrescentá-la em nossa lista - Disse maliciosa ajoelhando-me em sua frente e então piscando para ele comecei a sugar seu membro.

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Re: Hotel One Leicester Street

Mensagem por Arthas Wrynn Lightwood em Sab Jan 24, 2015 5:35 pm

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Olhei nos olhos de Natalie o tempo todo, ouvindo dos seus lábios tudo aquilo e por mais que do lado de fora não mudasse muito, por dentro havia absorvido cada palavra. Cama, tá aí um móvel que não tínhamos usado com frequência e quando finalmente usamos, vejo a clara oportunidade de descontar todo o meu tesão cravando com descontrolada força os dedos no edredom.

- Natalie! Caralho! OOOH! - fechei os olhos e quando os abri, cerca de um minuto e meio mais tarde, tinha no rosto uma expressão recheada de malícia - Você pertence a mim. Não vou me separar do seu corpo, não vou te deixar, Natalie Lightwood!

Afastei seu rosto do meu cacete e segurei o corpo da meio-veela como se pegasse uma boneca no ar. Logo após me deitei sobre a cama e deixei ela por cima, fazendo um tour com as mãos em suas pernas.

- Se iremos pro inferno ou pra qualquer outro lugar, eu não sei. - puxei suas costas para aproximar nossos rostos - Só o que sei é que vamos juntos. - beijei sua boca como um verdadeiro selvagem e fiquei completamente a merce da mulher.
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Re: Hotel One Leicester Street

Mensagem por Natalie Lightwood em Dom Jan 25, 2015 4:31 pm




Would you go...

○ Arthas ○ Quarto ○ Agosto ○ Noite ○ Usando: --- ○ Ouvindo: Touch and Go



+18:
Correspondi o beijo de Arthas com a mesma intensidade para depois desacelerar aos poucos o beijo, queria aproveitar melhor o momento. Suguei sua língua delicadamente e abri um sorriso em sua direção enquanto minhas mãos começaram a descer por seu corpo, arranhando de leve seu tórax.

Segurei seu membro entre minhas mãos e comecei a acariciá-lo delicadamente, mas de modo firme, enquanto inclinava-me contra seu corpo, roçando meus seios a seu tórax, enquanto o beijava de modo sensual.

Guiei seu membro até meu centro e erguendo-me um pouco desci rapidamente o encaixando dentro de mim. A sensação de ser preenchida era maravilhosa e não pode evitar gemer meio rouca. Comecei a me mover de inicio um pouco devagar e depois com maior velocidade, retirando-o totalmente de mim e depois me deixando ser preenchida com tudo.

- Se eu abusar da força, me avise - Pedi abrindo um sorriso malicioso.

Apoiei minhas mãos para trás e arqueie meu corpo indo com mais velocidade, naquela posição ele ia ainda mais fundo como antes, estava tão molhada que ele entrava e saia com facilidade, quase como uma luva perfeitamente ajustada... Era muito bom, mas eu sabia que podia melhorar.

Aproximei meu corpo ao de Arthas e o beijei delicadamente, depois usando minhas garras, fiz um corte em formato de X no meu peito esquerdo.

- Beba - Pedi enquanto mordi de leve seu lábio inferior.
 
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Re: Hotel One Leicester Street

Mensagem por Arthas Wrynn Lightwood em Dom Jan 25, 2015 9:46 pm

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Ela estava me enlouquecendo, sobretudo quando arqueou o corpo daquele jeito e veio com mais velocidade. Eu conseguia sentir completamente o meu membro esfregando dentro de sua intimidade, estava cheio de tesão e alguns gemidos graves escaparam, bem menos do que os arfares. Retribuí seu beijo e ao final dele percebi o corte, respirando fundo por saber como aquilo me deixaria.

- Natalie... - olhei em seus olhos e mandei um foda-se para o meu autocontrole ao levar meus lábios de encontro ao corte e chupar. Chupar. Chupar...

Meu corpo todo ferveu no mesmo instante, depois senti que tudo a nossa volta havia desaparecido completamente e meu membro pulsou sem parar. O sangue dela me viciava, e olha que nunca fui adepto a essas coisas, mas com Natalie era diferente, tudo diferente. Segurei firme no pulso da veela e usei suas garras para perfurar a região do meu ombro, na ponte de ligação ao pescoço.

- Faça...!
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Re: Hotel One Leicester Street

Mensagem por Natalie Lightwood em Dom Jan 25, 2015 10:36 pm




Would you go...

○ Arthas ○ Quarto ○ Agosto ○ Noite ○ Usando: --- ○ Ouvindo: Touch and Go



+18:
Ergui uma sobrancelha e encarei meu marido pensando por alguns segundos que ele era louco, um erro e eu teria acertado a veia em direção ao seu coração. Disposta a ignorar o pensamento negativo que havia surgido em minha mente, inclinei-me e passei a língua de leve sobre o corte, mas assim que senti o gosto do sangue de Arthas não pude resistir em sugar seu machucado.

Seu sangue foi como uma droga no meu sistema, meu coração começou a pulsar mais rápido e eu podia sentir cada pequeno centímetro de seu membro dentro de mim o que me fez gemer alto.

- Você é delicioso - Disse sorrindo e então aproximei-me de seus lábios e o beijei calmamente. - Quero tentar algo - Disse depositando rapidamente um beijo em seus lábios.

Sem dar tempo para Arthas perguntar o que eu pretendia, sai de seu colo, estiquei seu braço e deitei-me ao seu lado na cama, de costas para ele. Virei minha cabeça para olhá-lo de lado e então puxei uma de suas mãos e delicadamente suguei seus dedos e conduzi a mesma até meu centro, sua outra mão guiei até meu seio.

Arthas pareceu compreender o que eu queria, porque logo senti seu membro roçando contra mim enquanto seus dedos brincavam contra minha intimidade.

- Não fique só provocando Arthas - Reclamei gemendo frustrada. - Faça - Pedi.
 
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Última edição por Natalie Lightwood em Qua Fev 11, 2015 6:16 pm, editado 3 vez(es)


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Re: Hotel One Leicester Street

Mensagem por Arthas Wrynn Lightwood em Seg Jan 26, 2015 4:05 pm

Algumas partes são pesadas, 18+:


Natalie fez o mesmo que fiz, chupando-me e sugando meu sangue, tão faminta. Entretanto, saiu de cima e disse querer tentar algo, arrancando de mim uma boa dose de curiosidade.

- Oh... Fuck! - murmurei ao entender bem rápido o que a loira estava querendo.

Apertei e balancei seu seio, ao mesmo instante que friccionava sua intimidade. O membro ficou entre as pernas da mulher só para provocar, mas Natalie estava impaciente demais, algo pelo qual eu não daria a mínima, se, é claro, minha querida esposa não estivesse gemendo daquele jeito. Minha mão estava tapando uma passagem sua, "que pena", só restou um único destino para o meu cacete duro o bastante pra isso. Penetrei naquele local, o mais apertado e dei alívio, ou talvez só estaria torturando-na ainda mais, com uma estimulação mais rápida na sua intimidade onde minha mão estava. Segurei seu biquinho, esfregando-o entre polegar e indicador, ao mesmo tempo que chupava seu pescoço até marcá-lo. Até o momento estava entrando devagar, atento aos sinais da mulher.
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Re: Hotel One Leicester Street

Mensagem por Natalie Lightwood em Seg Jan 26, 2015 5:16 pm




Would you go...

○ Arthas ○ Quarto ○ Agosto ○ Noite ○ Usando: --- ○ Ouvindo: Touch and Go



+18:
As mulheres com quem eu havia conversado no clube do Dimitri no passado tinham razão... A primeira vez poderia ser meio dolorida. Uma dor um tanto quanto chata que me fazia lembrar quando havia tido minha primeira vez aos quinze anos no tapete da sala de estar dos meus pais adotivos.

Procurei me concentrar nos toques de Arthas excitando-me e relaxar, disposta a ignorar a dor.

No começo não havia sido nada divertido e eu anotei mentalmente de agradecer meu primo mais tarde por ter estar sendo gentil, envolvi minhas mãos no lençol da cama procurando me lembrar de relaxar enquanto levava o lençol até meus lábios e o mordia com um pouco de força, mas com o tempo a sensação incômoda começou a ser substituída por outra mais prazerosa.

Era muito diferente do que eu estava acostumada,  mas eu estava começando a gostar da nova sensação, sentindo-me ficar ainda mais excitada a cada movimento de Arthas contra minha bunda. De repente eu estava gemendo e arfando novamente, a cada vez que ele colocava todo seu membro dentro de mim, sentindo ele pulsar, me deixava mais e mais excitada. Comecei a rebolar e empinar mais minha bunda para que ele conseguisse ir mais fundo possível.

A dor logo havia se tornado uma lembrança esquecida, podia sentir meu centro pulsar contra os dedos de Arthas, como se quisesse suga-los para dentro de si. Eu estava enlouquecida.

- Vá mais rápido -Pedi entre gemidos - Sem dó nem piedade Arthas - Disse enquanto arfava, meu peito subindo e descendo rapidamente.
 
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Re: Hotel One Leicester Street

Mensagem por Arthas Wrynn Lightwood em Seg Jan 26, 2015 5:58 pm

Algumas partes são pesadas, 18+:


Enfiei dois dos meus dedos dentro do centro de Natalie, mexendo-os devagar em seu interior, tirando e repetindo o processo mais vezes. Me senti apertado naquele caminho tão estreito que se ajustava pouco a pouco ao meu membro pulsante. E olha, eu tava até tentando ser bonzinho, mas pelo visto ela não fazia questão disso e suas palavras me incendiaram.

- Droga, Natalie. Justo quando eu tentei ser - enfiei o membro até o fundo sem a menor gentileza - Gentil! - concluí rouco.

Simplesmente enterrei até o último centímetro, depois tirei quase que totalmente e refiz esse processo, cada vez mais rápido. No início senti dificuldade em ser tão rápido, mas pouco a pouco tudo foi se ajustando até chegar o ponto da minha virilha bater com certa violência contra a bunda de Natalie.

- Caralho! É apertado demais - como se fosse culpa dela, dei um tapa em sua bunda, depois outro e tornei a enfiar os dedos no seu centro, sem esquecer é claro de apertar seus seios e morder o pescoço da mulher mais safada que já cruzou meu caminho.
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Re: Hotel One Leicester Street

Mensagem por Natalie Lightwood em Ter Jan 27, 2015 9:08 pm




Would you go...

○ Arthas ○ Quarto ○ Agosto ○ Noite ○ Usando: --- ○ Ouvindo: Touch and Go



+18:
A sensação era melhor do que eu tinha imaginado, podia sentir Arthas pulsando dentro de mim enquanto continuava a brincar com meus seios, seus dedos ainda me estimulando. Rebolei cada vez mais encostando no corpo de meu  marido, pressionando minha bunda na virilha dele. Sem conseguir me conter, gemi cada vez mais alto e soltando um grito a cada tapa que recebia.

Puxei um dos travesseiros próximos a mim e o mordi tentando sufocar meus gemidos antes que alguém no hotel viesse até o quarto acreditando que eu estava sendo morta por meu marido. O som dos nossos corpos se chocando, o arfar de Arthas próximo a mim, mais nossos gemidos soavam como melodia ao meu ouvido.

Não demorou muito e eu finalmente senti meu corpo sacudindo novamente, enquanto a doce sensação de chegar ao clímax deixava-me um pouco zonza. Senti quando meu primo finalmente chegou ao seu limite e seu gozo escorreu por entre minhas pernas.

Virei-me sua direção e beijei seu lábios calmamente, sorri e permiti relaxar enquanto recuperava minha respiração, eu ainda estava arfando após toda aquela maratona.

- Eu estou suada, suja e cheirando a sexo - Disse rindo enquanto olhava para Arthas - Preciso urgentemente de um bom banho - Falei já me levantando.

Coloquei rapidamente um robe que achei por ali e caminhei em direção ao banheiro, quando cheguei a porta pisquei em sua direção.

- Pode me acompanhar se quiser - Disse rindo enquanto olhava para Arthas de modo malicioso e deixava cair meu robe no chão do hotel.

Senti meus músculos relaxarem quando a água quente finalmente caiu sobre meu corpo. Fechei meus olhos e permiti apreciar o momento até que de repente a temperatura do água mudou, já ia me virar para saber o que tinha acontecido quando senti Arthas me abraçar por trás mordiscando meu pescoço enquanto suas mãos subiam até meus seios.

- Eu prefiro a água quente sabia? - Disse entre gemidos.

Não contarei o que houve há seguir, nem o que houve logo depois, só posso dizer que o resto da noite foi tão perfeita quanto o início daquela noite e quando finalmente deixamos aquele hotel dois dias depois eu tinha um grande sorriso em meu rosto.
 
[Off: Arthas Wrynn Lightwood e Natalie Lightwood não estão mais aqui. Posts encerrados]

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