Hogwarts Is Alive!
I.
II.
III.
IV.
V.
“A indiferença e o abandono muitas vezes causam mais danos do que a aversão direta.” Alvo Dumbledore Uma noite qualquer num bairro qualquer de Londres Já passava das três horas da manhã, e Ernest era incapaz de conter sua natureza coscuvilheira. Afundado em sua decrépita poltrona que um dia, há muitos e muitos anos, pertencera a um famoso mago (ao menos era o que o velho do antiquário lhe dissera ao vender a relíquia, embora houvesse tamanha chance de se tratar de uma deslavada mentira), o historiador mágico deleitava-se em seu fedorento charuto, ao passo que sua mão esquerda segurava diante do rosto manchado pelo sol um exemplar de um livro quase inexistente. Ernest, um verdadeiro curioso exagerado, que exibia essa característica sob o título de “pesquisador das desventuras bruxas”, fora até o fim do mundo (quase literalmente) para adquirir o exemplar. Seus olhos castanhos e nebulosos voltaram às páginas manchadas, e puseram-se a correr de um lado ao outro as linhas miúdas: “Anna Báthory bem sabia que sua gravidez não era legítima e sentia em seu âmago que, tampouco, era bem quista por seu esposo. Ele, que zelava pela honra e aparência daquela família, admitira que a prole bastarda viesse a nascer dentro de seus domínios, ali fosse criada e levasse seu sobrenome. Entretanto, não receberia quaisquer regalias se aquilo dependesse do barão. Nascera então, em Nyírbátor no dia 7 de agosto de 1560 aquela que viria a ser a protagonistas destes casos que serão aqui relatados.” dizia a biografia contada por um homem alheio àquela realidade e distante de qualquer relato verídico. “Chamaram-na Elizabeth Báthory, em livre tradução de seu nome. Ignorada pelo padrasto por não pertencer a seu sangue, desprezada pela mãe por ser a viva prova de um erro por ela cometido, Elizabeth fora postas aos cuidados da criadagem, sem qualquer sinal de afeto em seus primeiros momentos em vida”. Uma terrível tosse acometera Ernest, que derrubara o livro no chão tamanho chacoalhão levara de seus próprios pulmões. Que caísse o livro, mas não seu cachimbo. Limpou os lábios com um lenço que guardava no bolso esquerdo da camisa, jogou-o sobre a mesa de centro e recolheu o livro no instante seguinte. Abriu-o novamente na página em que estava antes e voltou a ler. “Talvez tenha sido a ausência dos mais belos sentimentos, ou devo dizer ainda, a presença de tamanho descaso e maus tratos que fizera florescer dentro de Elizabeth a natureza cruel de que temos conhecimento através de lendas e histórias. A verdade, contarei a vós, leitores, a verdade vai além das lendas.”. “De acordo com o historiador mágico György Majorova, que realizara inúmeras pesquisas e estudos acerca daquela que muitos conhecem por Condessa Sangrenta, Elizabeth Báthory nascera com sangue mágico. E, se não bastasse isso, sua principal criada era uma bruxa, assim como ela. No entanto, tamanha era a perseguição religiosa naquele tempo, pouquíssimas são as evidências de que ambas praticavam, de fato, a magia ou possuíam sangue mágico.”. O que nem Ernest, nem György Majorova, nem mesmo o escritor deste livro quase inexistentes sabiam e sequer viriam a saber, é que tantas evidências assim desapareceram graças às artimanhas de Elizabeth Báthory. Sob os paupérrimos cuidados de sua ama, Elizabeth aprendera o básico da magia. Mas não estava satisfeita. Sabia que por trás de tantas vãs práticas, haveria algo mais profundo e poderoso. Ainda muito pequena, ela desenvolvera crescente gosto por práticas ímpares de torturar- primeiro seus pobres empregados, entregadores, mensageiros- até, finalmente, aqueles que desconfiassem de sua natureza mágica. O motivo? Vingança. Uma vingança fria que não tinha destinatário específico, uma vingança por todo o descaso com o qual ela era tratada. Uma vingança que, fora percebendo, lhe causava algo que ela nunca antes encontrara em nenhuma outra coisa: prazer. Era incrivelmente jovem quando fizera sua primeira vítima fatal. Fora uma jovem costureira que, curiosa em demasia, não cessava os questionamentos. Não descreverei as vias do obscuro crime. Mas se algo deve ser dito, é que ao deparar-se com todo aquele sangue escorrendo do desfalecido corpo pálido, Elizabeth sentiu novamente aquela estranha sensação: prazer. Sendo assim, deve ficar claro que diante de tal sentimento, a Condessa Sangrenta jamais parou. Passou a unir magia e sangue, na busca de algo que se tornara vital a ela: poder. Tornara-se então a mais aplicada das bruxas: aprendera magias incontáveis, criara poções com elementos que, até então, desconheciam-se as propriedades. Acresce-se, no entanto, que dentre todo o legado deixado por Elizabeth Báthory para a evolução da magia, nada seria útil para bruxos de bem. Para aqueles que desejassem se embriagar da escuridão, todavia, era um prato cheio. Se você acredita que, deste ponto, as coisas não podem ficar piores para aqueles que cercam a peculiar condessa, lamento. Elas ficarão. E, se quer mesmo saber, já nos advertiu Fernando Pessoa: “Esperar pelo melhor é preparar‑se para perder: eis a regra.”. Talvez você deva levar isto consigo, de agora em diante. Voltemos à nossa enfadonha história. Gostaria de informar-lhe o dia exato, a hora certa, as condições climáticas em que aquelas três figuras sombrias encontraram-se e firmaram aliança. No entanto, não sei. Mas quando Elizabeth encontrou-se com Carmilla e Eren Von Stoker, um vil triângulo formou-se. Bruxos cuja ambição assemelhava-se à de Elizabeth, uniram-se a ela em sua busca por grandiosidade. A condessa, que já não via limites para suas proezas, tinha um novo objetivo: tornar-se ia imortal, para sempre jovem, bela como era, e venceria a morte. Os Von Stoker, vendo nisso a oportunidade de usufruírem de tal magia, juraram-lhe fidelidade e tornaram-se seus mais fieis seguidores. Mentes engenhosas e sagazes unidas com um obscuro propósito certamente obtiveram inspirações de demoníacas musas. Não tardou para que, impiedosamente, unissem o sangue de virgens bruxas com o prateado icor de inocentes unicórnios num ritual negro que tivera como frutos aquilo que Elizabeth, Carmilla e Eren cobiçavam. Finalmente, fora concebido o elixir que daria a seus criadores a beleza, juventude e vida eterna. Nascera numa noite rara; uma noite na qual a lua cheia no céu era tingida de vermelho. Tratava-se de uma lua de sangue. Viera com o elixir um aumento exponencial das peculiares características da Condessa e dos Von Stoker: egocentrismo, ganância, frieza e inclemência. Tornou-se inimaginável o número de vítimas de tais bruxos, mas eram dois trouxas em particular que Elizabeth Báthory desejava punir por tamanho descaso que apresentaram para com ela, ainda em sua infância: Anna Báthory e seu esposo, o Barão. Não fora difícil, tampouco demorou a acontecer. Não tivera a companhia de seus dois fiéis seguidores. Estava só, ao lado apenas de todo o rancor que guardava em si, disposta a se vingar, finalmente. Bastou que o sangue de ambos escorresse por suas alvas mãos para que Elizabeth se sentisse satisfeita. Foi sob os olhares opacos e sem vida de sua mãe e seu padrasto que ela atravessou, pela última vez, o castelo em que vivera suas primeiras e inesquecíveis sessões de nefastas experiências. Devo talvez mencionar que, detrás das incontáveis portas exuberantes e cortinas de denso tecido, os olhos da criada que lhe criara, observavam a condessa bruxa deixando o castelo. Devo ainda mencionar que, a protagonista destas desventuras usava em suas mãos peculiar luva sangrenta. A criada soube que fora ela que matara Anna e seu marido. Acontece que, sendo o barão uma importante figura da sociedade da época, o assombroso assassinato estava sendo investigado. Desejando findar as atrocidades de Elizabeth, a criada denunciou-a. Foi assim que Eren, Carmilla e Elizabeth tornaram-se foragidos. Poderia facilmente enfrentar toda a guarda do barão, mas decidiram ir embora. No entanto, tornou-se cada vez mais difícil manter em si a força mágica do elixir. Não havia tantos unicórnios quanto necessário. Seus corpos- o de Elizabeth mais que os outros- estavam consumindo a magia rapidamente. Eren encontrou numa poção a derradeira saída: dormiriam até a próxima lua de sangue. E assim foi feito. Pobre Ernest... Sonhava em ser um grande historiador mágico e naquela noite em Londres, estudava tudo sobre o objeto de sua pesquisa. Estava de malas prontas para viajar. Procuraria pelo território húngaro por evidências de que a Condessa Sangrenta possuíra, de fato, sangue mágico. O que ele não esperava, é que encontraria três corpos intactos, magicamente conservados. Tampouco esperava que os encontraria justamente na fatídica noite da lua escarlate. Pobre Ernest. Era melhor ter morrido graças ao consumo de seu velho cachimbo.
ambientación
Él no es perfecto. Tu tampoco lo eres. Y ustedes dos nunca serán perfectos. Pero si él puede hacerte reír al menos una vez, te hará pensar dos veces, y si él admite ser humano y cometer errores, no lo dejes ir y dale lo mejor de ti. Él no va a recitarte poesía, él no está pensando en ti en todo momento, pero te dará una parte de el que sabe que podrías romper. No lo lastimes, no lo cambies, y no esperes de él más de lo que puede darte. No analices. Sonríe cuando te haga feliz, grita cuando te haga enojar, y extrañalo cuando no esté. Ama con todo tu ser cuando recibas su amor. Porque no existen los chicos perfectos, pero siempre habrá un chico que es perfecto para ti.
Tramas y Clases
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J. GryffindorPr. Apellido
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gry vs huff

dia - hora

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dia - hora

gry vs rav

dia - hora

huff vs sly

dia - hora

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Foyles

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Foyles

Mensagem por Storyteller em Sab Nov 22, 2014 3:19 pm



Foyles


A Foyles de Londres alega possuir a maior quantidade de livros em estoque na Europa: 200 mil títulos. A livraria vende também materiais de escritório, presentes, CDs e DVDs. No espaço, o visitante desfruta de cafeteria, galeria de arte e eventos literários. Foi criada em 1903 e se transferiu para o local atual, na Charing Cross Road, três anos depois.

Preço e Produtos:

Lick, Kylie Scott - $G 17
A Tia Julia e o Escrevedor, Mario Vargas Llosa - $G 16
O Tigre Branco, Aravind Adiga - $G 20
Don Quixote, Miguel de Cervantes - $G 15
As Viagens de Gulliver, Jonathan Swift - $G 21
Orgulho e Preconceito, Jane Austen - $G 14
Oliver Twist, Charles Dickens - $G 25
A Letra de Escarlate, Nathaniel Hawthorne - $G 18
Moby Dick, Herman Melville - $G 15
Madame Bovary, Gustave Flaubert  - $G 20
Crime e Castigo, Fyodor Dostoevsky - $G 11
Anna Karênina, Leo Tolstoi - $G 18
Aventuras de Huckleberry Finn, Mark Twain - $G 27
O Processo, Franz Kafka - $G 15
Confissões, Santo Agostinho - $G 28
Ensaios Completos, Michel Eyquem de Montaigne - $G 31
Meditações sobre Filosofia Primeira, Rene Descartes - $G17
Walden , Henry David Thoreau - $G 20
A Ilíada, Homero - $G 21
A Odisséia, Homero - $G 18
Odes e Epodos, Horácio - $G 28
A Divina Comédia, Dante Alighieri - $G 17
O Código da Vinci, Dan Brown - $G 38
Inferno, Dan Brown - $G 34
Anjos & Demônios, Dan Brown - $G 40
O Caçador de Pipas, Khaled Hosseini - $G 18
O Sol é Para Todos, Harper Lee - $G 28
A Menina que Roubava Livros, Markus Zusak - $G 17
Eu Sou o Mensageiro, Markus Zusak - $G 20
Eleanor & Park, Rainbow Rowell - $G 31
Se Eu Ficar, Gayle Forman - $G 38
Maze Runner, James Dashner (Todos os livros da série o mesmo preço) - $G 29
Jogos Vorazes, Suzanne Collins (Todos os livros da série o mesmo preço) - 26

OBS: Colocar as compras em spoiler com valor total.
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Re: Foyles

Mensagem por Nicolas Lightwood em Dom Nov 23, 2014 12:10 am

I'd die to be where you are...

A
 noite caiu mais cedo que o imaginado, entretanto antes disto houvesse um dia de sol, Nicolas não se encontrava em um dia daqueles a anos, podendo ficar sem camisa dentro de casa tomando uma bebida gelada enquanto revisava seus deveres escolares enquanto usava a luz exterior como abajur, era incrível poder sentir aquela sensação novamente. Claro que tinha um tempo livre, finalmente, tinha deixado algumas coisas importantes para depois, uma delas, fazer a compra do presente de uma tia que o aniversário já passou. Caity, era a mãe de duas das suas primas, Rosalie e Afaith, ambas eram próximas a Nicolas mesmo que de vez em quando ocorressem algumas brigas entre o lufano e Afaith.

Não restava nenhuma iluminação natural nas ruas de Londres, que sol apareceria até meia-noite? sou um tolo, pensou o Lightwood enquanto se perguntava o porquê de não se ver o Sol naquele horário do dia. Adentrou a livraria Foyles, gostava bastante daquele local por vários motivos, talvez fosse sua loja favorita em Londres, amava poder ficar horas lendo aqueles exemplares e os folheando em suas mãos, sentindo o seu odor incrivelmente doce. Seus dedos passaram pelas estantes olhando os exemplares quando ouviu o dono da loja. - Senhor, já estamos fechando. - Era um homem alto e velho, segurava alguns livros em suas mãos enrugadas enquanto ainda fitava Nicolas, podia se ver o cansaço em seu rosto, o lufano pegou rápido o dinheiro em seu bolso e os livros em mãos, colocando os euros sobre o balcão saiu da loja.

- Se quiser espero contar... - Descendo da calçada para a rua, o vendedor se aproximou do balcão olhando as notas com um olhar curioso, parecendo não acreditar muito que a contia tava certa. O homem acenou para o garoto ir andando, Nicolas não pensou duas vezes em correr para casa, sabia que sua mãe ficaria preocupada se não estivesse dentro de casa antes das uma da manhã.

[OFF]
As vezes errar é apenas um caminho para notamos que fizemos da forma mais inútil possível estragando nossas vidas, nenhum deles se importa conosco, todos nos odeiam e querem que sejamos apenas números sem os atrapalhar. Entre no jogo deles, erre sem que saibam e quando souberem os mate.



Compras:
1x Madame Bovary, Gustave Flaubert  - $G 20
1x Maze Runner, James Dashner (Todos os livros da série o mesmo preço) - $G 29

Total - $G 49


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COMPRA EFETUADA


 
I had to fall to lose it all
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Re: Foyles

Mensagem por Alasca D. Wittelsbach em Dom Dez 14, 2014 10:49 pm


TAKE ME BACK
to tomorrowland
"O tumulto é a linguagem daqueles que ninguém entende", Martin Luther King. É assim que eu me sinto, tumultuada em responsabilidades, problemas e lembranças. Incompreendida por todos a minha volta. Não tenho qualquer diversão ou motivação, ultimamente. Trancada com meus próprios demônios, sentenciada a enfrenta-los de mãos abanando. Deixada sozinha. Agora é por minha conta.

Estressada. Perigosamente estressada. É assim que eu estava, e como permaneci até fazer algo a respeito. Não vou ficar em casa, esta noite não. Caminhei até meu quarto, e em meu closet procurava uma roupa que fosse simples, preferivelmente discreta. Vesti-a em segundos, pego minha bolsa e antes de sair, deixo um recado para minha querida Mãe, mas já tenho a certeza de que ela sequer notará minha partida. Fui sair com uns amigos, estou levando dinheiro, e não volto tão tarde. Ok, aquilo não era verdade. Eu estava sozinha e voltaria tarde, mas falei sério em relação ao dinheiro, no entanto.

[...]

Ahh, a Foyles. Não consegui resistir a tentação de entrar na loja, as vitrines eram convidativas demais, os livros que nela continha pareciam gritar: "ME COMPRE, POR FAVOR", e eu, como alma boa e caridosa, precisava atender ao pedido de pelo menos um. Perambulei pelas prateleiras, pensando nos livros que já tinha e anotando mentalmente aqueles que eventualmente compraria - todos -, porém a minha lista de livros com leitura em andamento era gigantesca, restando a mim a maldição de adquirir apenas uma daquelas obras magníficas. Muito pensei, mas desde o momento em que ali entrei já sabia o livro que queria. Orgulho e Preconceito, uma obra clássica da ilustríssima Jane Austen. - Ótima escolha, senhorita - disse o rapaz no caixa - Muito obrigada, senhor, hmm... James - li o crachá em seu peito - Sem essa de senhor, tenho quase sua idade. E, nada mais justo de eu também saber seu nome - pensei um pouco antes de falar algo - Eu sou a Alasca - disse com um sorriso - Você tem o que, uns dezesseis? - o rapaz sorriu - Olha, eu sei que tenho carinha de bebê, mas, eu tenho Dezenove mesmo - sorri junto com ele, e após pagar, sai dali, dividida entre começar logo a leitura ou perambular por mais lugares.

[OFF]

Compras:

1x Orgulho e Preconceito, Jane Austen - $G14



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Re: Foyles

Mensagem por Natalie Lightwood em Sab Fev 21, 2015 3:50 pm

Macchiato e Livros


{ O inverno estava logo ali virando a esquina e o outono ventava cada vez mais gelado, eu sabia que era só uma questão de tempo até que o inverno chegasse e começasse a cair  flocos de neve pela cidade. }
Usando
Elladora
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25 Set.



Estava realmente bastante frio aquela manhã quando eu sai de casa. O inverno estava logo ali virando a esquina e o outono ventava cada vez mais gelado, eu sabia que era só uma questão de tempo até que o inverno chegasse e começasse a cair  flocos de neve pela cidade.

Sem dúvida a Inglaterra era um país bastante frio, mas como a Romênia era ainda mais gelada, eu não me incomodava tanto com o frio que fazia em Londres, na verdade, o clima frio me lembrava da vila em que morava na Transilvânia. Talvez voltasse a cidade algum dia, voltasse a vila novamente. Era estranho que mesmo após todos aqueles anos ainda conseguia lembrar-me daqueles quase sete anos na Romênia.

Dei um gole em meu Macchiato de caramelo procurando aquecer meu corpo enquanto riscava outro apartamento do jornal que trazia comigo. Eu já havia visitado cinco apartamentos e quatro casas em Londres, minha corretora tinha me mostrado outros dois apartamentos aquela manhã e para ser sincera, eu já tinha escolhido um favorito em meu coração, apenas precisava da aprovação de Arthas...Afinal a compra de um apartamento não afetaria apenas a mim, mas a ambos.

Olhei pelo vidro da cafeteria que estava e notei a Livraria Foyles do outro lado da rua e abri um pequeno sorriso. Paguei pelo Macchiato e pegando minha bolsa, jornal e toca caminhei em direção a livraria.

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Re: Foyles

Mensagem por Elladora W. Dashwood em Sab Fev 21, 2015 4:04 pm

Dickens, se tu fostes bruxo...

Havia algo de impuro no ar, o que se tratando de Londres devia ser considerado comum. Detalhe este que, se tratando das glândulas olfativas de Elladora Wynter Dashwood, uma britânica acostumada com a costumeira poluição da capital, deveria passado despercebido.
Mas não passou. Ativistas e defensores da natureza: contenham-se. Não se trata de mais uma fábrica a despejar seus compostos poluentes no já cinzento céu inglês, tampouco indústrias novas que passaram a derramar os resíduos tóxicos nas águas do Rio Tâmisa.
Acontece que, criada aos moldes Dashwood, Elladora aprendeu a reconhecer a... Pureza de um lugar.
Parada com seus imponentes um metro e cinquenta, vestindo um ameaçador vestido azul céu (o e Caribe, não o da Inglaterra), numa postura digna de imperatriz diante da vitrine da loja de livros, discos e souvenirs, a pequena Dashwood monologava mentalmente, a respeito da possibilidade de entrar na loja para buscar os artefatos que tanto lhe agradavam e eram objetos de seu desejo e que implicaria na aventura que seria driblar todos aqueles trouxas que pareciam incrivelmente empolgados para tocá-la e transferir suas bactérias trouxas.
Quantos antígenos novos entrariam em seu organismo? Estavam seus leucócitos preparados para tamanha defesa que se faria necessária.
"Entre lá, Ella" diria seu irmão mais velho, que há dezesseis anos fora nomeado Cygnus. "Entre e mostre a todos estes trouxas impuros a glória de ser uma Dashwood.".
Este pensamento trouxe aos lábios da loirinha um sorriso genuíno. Deixou de lado a vitrine, e adiantou-se, ouvindo as sapatilhas rolarem pequenas pedras para longe.
Tinha o nariz empinado e o queixo sobrelevado quando adentrou o estabelecimento que, para sua surpresa, possuía um encantador odor de livros. Tinta fresca sobre papel novo. Ela quase podia ouvir o arranhar de uma folha em outra, a sensação de tocar nas páginas que continham histórias envolventes, palavras mágicas de um jeito não mágico.
Um fato sobre Elladora, caso esteja interessado: livros são para a menina uma grande paixão. Um fascínio.
Fechou atrás de si a porta, impedindo o vento constante de invadir a loja.
Ergueu os olhos azuis-esverdeados procurando por placas e indicações de seções, e diante do "não encontrar", revirou os olhos e deu de ombros, caminhando entre as prateleiras.
Não sabia ao certo o que queria, talvez alguma obra clássica. Ela detestava os livros trouxas modernos. Não possuíam a mesma qualidade dos antigos, a mesma profundidade...
Cruzou os braços diante de uma prateleira de clássicos. Os olhos localizaram, em letras garrafais, o sobrenome Dickens.
Meneou a cabeça, identificando seu interesse e pôs-se na ponta dos pés para alcançar o exemplar, o que ficou claro após alguns segundos, que não conseguiria.
Soltou um muxoxo e olhou a sua volta para todos aqueles trouxas. Franziu o nariz e esperou por uma ideia brilhante (elas sempre apareciam).





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Re: Foyles

Mensagem por Natalie Lightwood em Sab Fev 21, 2015 4:26 pm

Macchiato e Livros


{ O inverno estava logo ali virando a esquina e o outono ventava cada vez mais gelado, eu sabia que era só uma questão de tempo até que o inverno chegasse e começasse a cair  flocos de neve pela cidade.  }
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Elladora
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A livraria parecia bastante espaçosa e prateleiras e mais prateleiras de livros poderiam ser observadas...Era como adentrar ao paraíso. O cheiro de livros novos, o som de páginas sendo folheadas... Cada segundo ali dentro acalmava-me mais e mais.

Antes que notasse meus pés me guiaram em busca da sessão de romance, Arthas provavelmente zombaria por minha escolha, ele sempre estava meio que a rir dos romances picantes que eu lia.

Não conseguia evitar corar quando era pega em flagrante com um desses mesmos livros em mão, mas não conseguia resistir a "devorar" as linhas de cada um dele, 'sorvendo" com bastante atenção cada beijo e gemido que continha o livro.

Não que eu ficasse presa a um único gênero literário, era apaixonada pela literatura como um todo, mas os romances sensuais sempre tinham um espaço na minha lista de compras na livraria.

Resolvi dar de ombros, aturaria as piadinhas infames de meu marido depois, naquele momento tudo que eu queria  era descobrir qual seria o próximo livro que levaria para casa. Seguindo em direção aos livros que procurava reparei numa jovem menina que tentava inutilmente alcançar o livro que desejava.

Caminhei em direção a mesma e abri um sorriso suave, sabia que provavelmente levaria alguns segundos até ela reagir a minha presença, as pessoas quase sempre ficavam sem fala ao me ver devido a influência do sangue veela em minhas veias.

- Deixe-me ajudá-la - Disse abrindo um delicado sorriso e alcançando o livro na prateleira - Pronto... - Falei calmamente lhe entregando o livro - Natalie Lightwood - Disse estendendo minha mão em cumprimento.

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Re: Foyles

Mensagem por Andrew W. Chevalier em Sab Fev 21, 2015 5:02 pm


Living in stoned death

Diving in aqueza whiskey, we are stronger than those who sleep with their false dreams, we live the real nightmare.

Todo o rumo mudou após uma coruja invadir minha janela derrubando tudo que via pela frente, mesmo após ter quebrado um jarro que provavelmente renderia uma detenção sobre mim, o animal jogou a carta sobre minha cama e saiu, sem nem mesmo ligar para os estragos, mensagens de textos até hoje o máximo que destruíram foram corações, algo que meus monólogos diziam que não era mais um problema para mim. Abri com cuidado o envelope, mas mesmo assim o mesmo se rasgou, dando a chance de eu ler seu conteúdo o mais rápido. Algo que mais chamou minha atenção foi o imenso brasão de Hogwarts no papel.

Prezado, Andrew Wolf Chevalier

Temos o prazer de o informar que acaba de ganhar uma bolsa na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, já que seu responsável, o professor de diplomacia bruxaSön Hoffmen Wooldrige nos fez este enorme pedido. Espero que responda esta carta no prazo de 24 horas.

Atenciosamente, Diretoria de Hogwarts

Um dia após isto estava em Londres, indo a espera do dia que poderia entrar no castelo, era claro na carta que eu recusar não seria uma opção real, meu tio tinha que cuidar de mim e não um instituto de bruxas assassinas, mesmo que preferisse ser morto a ter um uniforme como aquele.

Nesta tarde escolhi ir a uma livraria local, parecia um bom local, mesmo que eu estivesse desacostumado a ler fazia um tempo e não era pouco, para falar a verdade, muito menos a andar, como estava entrando em Hogwarts caso usasse um feitiço na frente de um trouxa seria o meu fim, especialmente aparatar sem ser autorizado.
Peguei alguns livros em meus braços com uma dificuldade grande, meus passos lentos não podia envitar derrubar alguns próximos a uma garota loira (Elladora) e alguém que parecia ser sua mãe (Natalie) por terem o mesmo tom.

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Última edição por Andrew W. Chevalier em Qui Fev 26, 2015 7:08 pm, editado 1 vez(es)



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Re: Foyles

Mensagem por Natalie Lightwood em Ter Fev 24, 2015 1:36 pm

Macchiato e Livros


{ O inverno estava logo ali virando a esquina e o outono ventava cada vez mais gelado, eu sabia que era só uma questão de tempo até que o inverno chegasse e começasse a cair  flocos de neve pela cidade.  }
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De repente um jovem se desequilibrou do nossa lado. Rapidamente ajoelhei-me e procurei ajudá-lo, abrindo um sorriso ao lhe entregar alguns livros.

Despedi-me dos dois jovens com um aceno de cabeça e fui em direção a sessão de romance, infelizmente o livro que eu queria estava indisponível, por isso resolvi voltar para casa. Teria que cuidar do Cabeça mais tarde, era melhor descansar um pouco.

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Re: Foyles

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